Assim como a famosa boneca russa Matryoshka, abrir um pacote muitas vezes é como descobrir camadas infinitas. Dentro de uma caixa de papelão pode haver isopor moldado, depois várias almofadas plásticas de ar e, por fim, embalagens plásticas individuais em torno de cada peça. Mesmo um produto pequeno pode deixar um rasto de resíduos plásticos muito maior do que o seu tamanho. Agora imagine essa lógica aplicada a um canteiro de obras onde cada componente, cada entrega de materiais, muitas vezes chega envolto em múltiplas camadas de proteção. O que já parece excessivo no varejo torna-se monumental quando repetido diariamente em grandes obras.






