Mercedes conta aos revendedores como planeja vencer a BMW na América


A corrida pelo domínio do mercado de luxo na América

As marcas de carros de luxo nos EUA operam em constante disputa pela posição de topo, e BMW é quem mantém a liderança a partir do primeiro semestre de 2025. A Mercedes está logo atrás, mas a diferença é suficiente para lembrar Stuttgart que ganhar terreno exigirá mais do que alguns lançamentos de modelos oportunos. A empresa entende o trabalho envolvido e a Mercedes já está dando o tom aos seus varejistas, segundo Notícias automotivas.

Durante uma reunião a portas fechadas em Las Vegas, a Mercedes-Benz EUA expôs como planeja intensificar a perseguição. A mensagem era bastante simples: a marca quer voltar ao topo e quer fazê-lo com um impulso de produto forte o suficiente para remodelar sua linha nos próximos anos.

Mercedes-Benz

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Por dentro do plano da Mercedes conforme informado aos revendedores

De acordo com os revendedores, o CEO Adam Chamberlain detalhou um roteiro construído em torno de novos metais, produtos básicos atualizados e uma mudança no mix de produtos. Um futuro CLA faz parte do plano, juntamente com um GLC elétrico e um modelo compacto posicionado como um “bebê” Classe G. Fala-se também em um sedã de alto desempenho com quatro dígitos de potência, mostrando que o lado veloz da marca não fica para trás.

A Mercedes também apresentou atualizações para o GLE e GLS, que desempenham papéis importantes em seu volume nos EUA. A empresa espera SUVs como estes – e o novíssimo GLC – representar mais de metade das suas vendas locais antes do final da década. Essa mudança é importante porque a marca vê estes modelos como uma alavanca para o crescimento.

A meta é atingir cerca de 400 mil vendas anuais nos EUA (excluindo frota). É um salto considerável em relação à posição atual da Mercedes, mas a empresa acredita que um lançamento consistente de novos produtos o deixará mais próximo.

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A classificação atual

No primeiro semestre de 2025, a BMW movimentou 178.499 veículos no segmento premium dos EUA. Em comparação, a Mercedes vendeu aproximadamente 142.000 unidades, uma queda de cerca de 6% em relação ao ano anterior, e a Audi chegou a 81.951 veículos, um declínio de cerca de 12%. Esses números de vendas colocam a BMW confortavelmente à frente, com a Mercedes perdendo cerca de 36.000 unidades no primeiro semestre.

A Mercedes não lidera o mercado de luxo dos EUA desde 2018. O roteiro que partilhou com os concessionários serve agora como modelo para colmatar essa lacuna. Se o produto for lançado, os próximos anos no segmento poderão ficar um pouco mais interessantes.

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