
Descrição do texto fornecida pelos arquitetos. E se todo objeto tiver uma língua invisível? – A língua de uma coluna, a língua de uma janela, a língua de um canteiro, cada uma sentindo silenciosamente o mundo que o rodeia, ampliando a sua própria forma de saborear o espaço. A umidade da grama depois da chuva, o umami de uma brisa suave, a explosão elétrica de um doce estourando ou a entrega aveludada do queijo derretido tornam-se, cada um deles, um momento de sinestesia compartilhada, um lembrete de que o sabor pode se estender muito além do corpo.






