A mulher que embarcou clandestinamente em um navio para fazer uma reportagem sobre o Dia D



Captura as nuances de como aqueles que estavam lá poderiam ter se sentido, além das descrições de estratégias militares ou decisões dos comandantes. O mesmo acontece com suas descrições das piadas compartilhadas por quem está na praia. “Um dos soldados comentou que eles tinham uma bela trincheira a cerca de 50 metros para o interior e éramos muito bem-vindos lá, quando o ataque aéreo começou, se não nos importássemos de comer areia”, escreve ela. “Meu companheiro, um dos maqueiros do navio, agradeceu o gentil convite e disse que, por outro lado, tínhamos convidados a bordo do LCT (barca de desembarque, tanque) e teríamos que ficar em casa esta noite.”



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