
Descrição do texto fornecida pelos arquitetos. Num prédio de meados do século XX em Higienópolis, Lucas Jimeno Dualde transforma um apartamento de 280 metros quadrados em algo semelhante a um templo doméstico. Sua arquitetura frugal elimina ruídos visuais e materiais para focar a atenção na experiência do corpo, luz, cor e objetos. O edifício não reivindica lugar no panteão modernista. É simplesmente um bom edifício residencial com planta generosa, como tantos que moldaram Higienópolis entre as décadas de 1940 e 1960.






