Em Vietnão casa de tubo quase se tornou uma forma vernácula em cidades densamente povoadas como Hanói e Ho Chi Minh Cidade. Esta tipologia originou-se da antiga façade taxes e como uma resposta estratégica à escassez de terrenos urbanos e à otimização das fachadas das ruas para o comércio. Sua estrutura tradicional normalmente depende da fachada frontal para luz do dia e ventilação. As pessoas que vivem lá muitas vezes enfrentam o desafio de projetar em um espaço definido por lotes profundos, fachadas de rua limitadas e edifícios vizinhos próximos, restringindo a luz natural e o fluxo de ar. Para contrabalançar esta falta fundamental de exposição perimetral, os arquitetos vietnamitas costumam empregar diversas estratégias orientadas para a manipulação ambiental interna. Esta coleção com curadoria explora casas tubulares com menos de 100 m2, onde seu pequeno tamanho aumentou a necessidade de economia espacial absoluta e a verticalização da função, o que influenciou diretamente as decisões de design em todos os projetos.
O primeiro foco é maximizar a penetração da luz. Isto é conseguido através da introdução de vazios verticais ou átrios, que funcionam como eixos de luz essenciais que também promovem a ventilação com efeito de pilha em profundidade no plano. Em contraste, outros projetos criam zonas de amortecimento externas, recuando o edifício para estabelecer pátiosgarantindo crucial ventilação cruzada em toda a profundidade da casa. O segundo foco está no economia espacial e a fachada como filtro climático ativo. Como a expansão horizontal é impossível, a área do piso deve ser gerada verticalmente, comprimindo espaços não essenciais. O uso de uma coluna de serviço consolidada é uma estratégia comum que simplifica os serviços públicos em todo o local e permite mais espaço para espaços flexíveis.






