Modernismo tem uma longa história em Marrocos. Estar perto de Europa e sob o domínio do Protetorado Francês, acompanhou os desenvolvimentos arquitetônicos do movimento. A relativa paz após a Segunda Guerra Mundial reforçou ainda mais o seu papel, à medida que alguns arquitectos europeus procuravam um centro para novas ideias. Os arquitetos do Marrocos independente adotaram o modernismo quando foram encarregados de construir a infraestrutura de uma nova nação. O arquitecto Jean-François Zevaco, nascido em Marrocos, filho de pais franceses, atuou ao longo destes períodos de formação, desenvolvendo a sua própria versão expressiva da arquitectura moderna.
O meados do século XX na África foi associada à independência, quando o colonialismo directo chegou ao fim e 29 países ganharam a sua liberdade entre 1956 e 1964. À medida que as novas nações construíam as suas instituições e infra-estruturas, adoptavam o Modernismo como a linguagem arquitectónica preferida para novos edifícios, uma ruptura com o passado e uma antecipação de um futuro brilhante. Marrocos não foi diferente. Contudo, em parte devido à sua proximidade com a Europa, o país, localizado no canto noroeste de África, teve um longa familiaridade com o Modernismoanterior à sua independência em 1956.






