
Descrição do texto fornecida pelos arquitetos. A reforma do térreo do Museu Gardiner foi orientada por três princípios fundamentais: Acessibilidade, Conectividade e Indigeneidade. O projeto teve como objetivo criar um ambiente acolhedor, flexível e culturalmente ressonante, ao mesmo tempo que destacava a coleção de cerâmica de classe mundial do museu. Uma inspiração fundamental foi o desejo de fortalecer as conexões visuais e físicas no térreo, proporcionar melhor circulação e reconhecer as tradições cerâmicas indígenas por meio da primeira galeria permanente do museu dedicada a obras indígenas, projetada por Chris Cornelius do estúdio:indígena e com curadoria de Franchesca Hebert‑Spence, a curadora inaugural de cerâmica indígena do museu.






